| Saudações mentes ouvintes ecléticas, que sempre tiveram receptividade com as ondas emitidas do QG de Pearl Jam! As primeiras impressões que se têm são ótimas; primeiras impressões bem energizadas. Cheque na playlist as três primeiras músicas que consomem 8 dos fugazes 36 minutos totais do disco. Essa é a receita: nostalgia e descontração que passa rápido, muito rápido. Tocar play novamente é um mero detalhe e em alto e bom som, diga-se de passagem. O destaque inicial nas audições certamente foi o timbre – equilibrado e singular, revela uma mistura da qual sem a experiência torna-se quase impossível de expor ao ouvinte. O trabalho mira um pouco para trás sem rótulos e livre de pitacos comerciais. Ouvi até agora algumas vezes e posso adiantar que as musiquinhas soam muito bem e mais ainda ao vivo, imagino! Para os fãs mais declarados parece-me um daqueles discos viciantes. Espero que esse conceito, se confirmado, esteja bem distante de enjoativo. Assim como dito para a masterpiece da banda “Ten” (1991), o tempo dirá o quanto essa bela tacada de saudosismo da banda irá influenciar nos proximos semestres. Abrazos! |
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